terça-feira, 21 de abril de 2020

Para não temer as águas

Pr. Olavo Feijó  Pr. Olavo Feijó

Mateus 14:31 - E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?

O mar estava tempestuoso. Já em plena noite, depois de passar um tempo em oração, Jesus resolveu ir ao encontro dos discípulos, “andando sobre o mar”. Para confirmar que não era “um fantasma”, o Mestre autorizou Pedro a caminha até Ele, andando sobre as águas. Mas, ao se dar conta do absurdo da situação, Pedro começou a afundar, gritando “salva-me, Senhor” – no mesmo instante, Jesus estendeu a mão e o salvou (Mateus 14:31).

A pergunta de Jesus, após segurar Pedro, foi: “Por que duvidaste, homem de pequena fé?”. Este questionamento é o mesmo que o Senhor nos faz hoje, quando enfrentamos nossas tempestades.

O mesmo Cristo, que impediu o afogamento de Pedro, é o Senhor que está do nosso lado e manda o mar se acalmar. Quando focamos nas águas, o medo toma conta de nós. Todavia, quando estendemos a mão de nossa fé e nos agarramos às mãos poderosas do Cristo, Ele nos livra da tempestade e continua com Suas mãos estendidas, para nos garantir.

Falar com Deus, que privilégio!

Pr. Sérgio Fernandes (insta @manadamanha) Pr. Sérgio Fernandes (insta @manadamanha)




A oração é uma conversa sagrada entre os salvos e o Seu Criador. É o momento onde “de fato” celebramos os benefícios da salvação, porque quando um crente em Cristo ora, ele o faz firmado na certeza de que o Senhor perdoou os seus pecados e restaurou a sua comunhão com Ele. Assim como uma boa conversa entre amigos amplia nossas percepções, muda nossos caminhos e nos ajuda a entender situações que estamos vivendo, nosso hábito de orar perseverantemente nos coloca diante do trono de Deus, o santo lugar onde podemos enxergar o invisível, ouvir o inaudível e receber graça e misericórdia, em tempo oportuno (Hb 4.16). Na oração, Deus sempre tira algo de nós e coloca no lugar algo que é dEle. Nesses encontros, a vontade divina vai sendo revelada ao nosso coração. Nossos caminhos maus vão sendo substituídos por caminhos bons; nossa vanglória é dissipada diante da glória dEle manifestada em nossas vidas. A oração nos conserva humildes e vitoriosos. Não pare de orar!